MEOT e Individuação

Sumário

Apresentação

Introdução

Du Mode d’Existence des Objets Techniques (1989/1958).

MEOT 58

  • Reseña de Pablo Rodríguez: El modo de existencia de los objetos técnicos. Redes, vol. 13, núm. 26, diciembre, 2007, pp. 277-289.

 

Individuação

 

Individuation64 + Individuation02  =  Individu 2013

L’Individuation à la lumière des notions de forme et d’information (2005/1958)

Tradução:

A Individuação à luz das noções de forma e informação

A Individução Física

Capítulo 1. FORMA e MATÉRIA

I. Fundamentos do esquema hilemórfico

Tecnologia de aquisição de forma. 1) As condições da individuação. 2) Validade do esquema hilemórfico; a zona obscura do esquema hilemórfico; generalização da noção de aquisição de forma; modelado, moldado, modulação. 3) Limites do esquema hilemórfico.

II. Significação física da aquisição da forma técnica.

1) Condições físicas da aquisição da forma técnica. 2) Formas físicas implícitas e qualidades. 3) A ambivalência hilemórfica.

III. Os dois aspectos da individuação.

1) Realidade e relatividade do fundamento da individuação. 2) O fundamento energético da individuação: indivíduo e meio.

Capítulo 2. FORMA E ENERGIA

I. Energia potencial e estruturas.

1) Energia potencial e realidade do sistema; equivalência das energias potenciais; dissimetria e intercâmbios energéticos. 2) Diferentes ordens de energia potencial; noções de mudanças de fase, de equilíbrio estável e de equilíbrio metaestável de um estado. Teoria de Taummann.

II. Individuação e estados de sistema.

1) Individuação e formas alotrópicas cristalinas; ser e relação. 2) A individuação como gênese das formas cristalinas a partir de um estado amorfo. 3) Consequências epistemológicas: realidade da relação e noção de substância.

Capítulo 3. FORMA e SUBSTÂNCIA

I. Contínuo e descontínuo.

1) Papel funcional da descontinuidade. 2) A antinomia do contínuo e do descontínuo. 3) O método analógico.

II. Partícula e energia.

1) Substancialismo e energetismo. 2) O processo dedutivo. 3) O processo indutivo.

III. O indivíduo não substancial. Informação e compatibilidade.

1) Concepção relativista e noção de individuação física. 2) A teoria quântica: noção de operação física elementar enquanto integração dos aspectos complementares de contínuo e descontínuo. 3) A teoria da dupla solução em mecânica ondulatória. 4) Topologia, cronologia e ordem de magnitude da individuação física.

A Individuação dos Seres Viventes

Capítulo 1. INFORMAÇÃO E ONTOGÊNESE: A INDIVIDUAÇÃO VITAL

I. Princípios para um estudo da individuação do vivente.

1) Individuação vital e informação; os níveis de organização; atividade vital e atividade psíquica. 2) Os níveis sucessivos de individuação: vital, psíquico e transindividual.

II. Forma específica e substância vivente.

1) Insuficiência da noção de forma específica; noção de indivíduo puro; caráter não unívoco da noção de indivíduo; 2) O indivíduo como polaridade; funções da gênese interna, e da gênese externa. 3) Individuação e reprodução. 4) Indiferenciação e desdiferenciação como condições da individuação reprodutora.

Capítulo 2. INDIVIDUAÇÃO E INFORMAÇÃO

I. Informação e individuação vital

1) Individuação e regimes de informação. 2) Regimes de informação e relações entre indivíduos. 3) Individuação, informação e estrutura do indivíduo.

II. Informação e ontogênese

1) Noção de uma problemática ontogenética. 2) Individuação e adaptação. 3) Limites da individuação do vivente. 4) Da informação à significação. 5) Topologia e ontogênese.

A Individuação Psíquica

Capítulo 1. A INDIVIDUAÇÃO DAS UNIDADES PERCEPTIVAS E A SIGNIFICAÇÃO

1) Segregação das unidades perceptivas; teoria genética e teoria da captação holística; o determinismo da boa forma. 2) Tensão psíquica e grau de metaestabilidade. Boa forma e forma geométrica; os diferentes tipos de equilíbrio. 3) Relação entre segregação das unidades perceptivas e os demais tipos de individuação. Metaestabilidade e teoria da informação em tecnologia e em psicologia. 4) Introdução da noção de variação quântica na representação da individuação psíquica. 5) A problemática perceptiva; quantidade de informação, qualidade de informação, intensidade de informação.

Capítulo 2. INDIVIDUAÇÃO E AFETIVIDADE

1) Consciência e indivíduo; caráter quântico da consciência. 2) O significado da subconsciência afetiva. 3) A afetividade na comunicação e na expressão. 4) O transindividual. 5) A angústia. 6) A problemática afetiva: afecção e emoção.

Capítulo 3. PROBLEMÁTICA DA ONTOGÊNESE E INDIVIDUAÇÃO PSÍQUICA

1) A significação como critério de individuação. 2) A relação com o meio. 3) Individuação, individualização e personalização. O bisubstancialismo. 4) Insuficiência da noção de adaptação para explicar a individuação psíquica. 5) Problemática da reflexividade na individuação. 6) Necessidade da ontogênese psíquica.

Os Fundamentos do Transindividual e a Individuação Coletiva

Capítulo 1. O INDIVIDUAL E O SOCIAL, A INDIVIDUAÇÃO DO GRUPO

1) Tempo social e tempo individual. 2) Grupos de interioridade e grupos de exterioridade. 3) A realidade social como sistema de relações. 4) Insuficiência da noção de essência do homem e da antropologia. 5) Noção de indivíduo de grupo. 6) Papel da crença no indivíduo de grupo. 7) Individuação de grupo e individuação vital. 8) Realidade pré-individual e realidade espiritual: as fases do ser.

Capítulo 2. O COLETIVO COMO CONDIÇÃO DE SIGNIFICAÇÃO

1) Subjetividade e significação; caráter transindividual da significação. 2) Sujeito e indivíduo. 3) O empírico e o transcendental. Ontologia pré-crítica e ontogêneses. O coletivo como significação que supera uma disparidade. 4) A zona operacional central do transindividual; teoria da emoção.

CONCLUSÃO

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